Pois ela está mais presente em nosso cotidiano do que você imagina, ficará cada vez mais, e muito provavelmente você já a usou e nem sabe. A Internet das Coisas, em inglês, Internet of Things – IoT, está particularmente relacionado à geração dos Millenials, aqueles nascidos entre as décadas de 80 e 2000, que são as pessoas que mais consomem as revoluções tecnológicas ocorridas nos últimos anos.

Ela se caracteriza por ser a revolução tecnológica que conecta itens usados no dia a dia à rede mundial de computadores, por exemplo, dispositivos wearable, aparelhos domésticos, smartphones, carros, casas, e ainda uma série de objetos e dispositivos que são lançados ou estão para chegar ao mercado.

Infografico_IoT
No caso do mercado segurador, a Internet das Coisas sinaliza um terreno de oportunidades e inovação. Aplicadas às organizações, funciona como uma série de soluções tecnológicas que tem como objetivo aprimorar serviços, facilitar processos internos, trazer mais exatidão à balanços, propor novos meios de gestão e muitas  outras  possibilidades.

Investimentos em IOT irão movimentar US$ 4,1 bilhões (ou R$ 16,4 bilhões) no Brasil em 2016.

Segundo o Gartner, a quantidade de dispositivos de IoT deve crescer 30%, isso representa 5,5 milhões de novos aparelhos conectados por dia. Outro estudo do IDC aponta que, a estimativa de investimentos em IOT irão movimentar US$ 4,1 bilhões (ou R$ 16,4 bilhões) no Brasil em 2016. Na América Latina, a previsão é de US$ 15,6 bilhões em 2020. Todos esses investimentos possibilitam maior interação entre clientes e seguradoras.

É importante lembrar que o que vivemos atualmente é apenas a ponta do iceberg. O caminho mostra à diante que a fronteira entre o digital e o real será cada vez menor. E que o mercado segurador, como outros nichos de mercado, devem saber se adaptar para se inserir nesses novos mecanismos de negócios.

Posted by Redacao InsideSeg